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Gente! Faz um tempão ! Desde o dia dos namorados, não escrewvia nada...Mas é que tempo que tempo em minha vida tá mais escasso que político honesto no Brasil!Acontece, que tempo é uma questão de preferencia, e eu hj preferi parar dez minutos para publucar aqui, neste Blog, o texto desse gênio contemporâneo: Arnaldo Jabor.
Achei simplesmente genial.
By Mim Mesma.
21/05/2006

Lembro de ti

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Lembro de ti.
refletindo sobre as escolhas que fazemos,
os compromissos que assumimos,
Os sonhos que contruimos,
os castelos que enredamos,
as histórias que contamos,
os amores que florimos,
as ilusões que criamos,
as mentiras que falamos,
as tristesas que engolimos.
Tudo, em nome do amor,
de um amor que não pediu,
que não solicitou,
Uma amor que não sentiu,
que não reinvindicou.
E depois,
Sofrendo,
chorando, pensando, refletindo,
damos com a cara na parede dura da desilusão.
È esse o choque que nos faz repensar,
reconsiderar, e .... finalmente recomeçar.
Quem sabe agora no caminho certo...?
A você, uma pergunta que
pelo menos a mim,
sempre nos reconhecerá:
Lembra de mim?
Por Cris Vaccarezza

Se eu te fizesse uma poesia

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Se eu te fizesse uma poesia,
Você promete que leria?
Não qualquer poesia, ou uma poesia qualquer...
Uma poesia com a tua cara
Uma poesia com tua alma,
Pelo menos como a vejo.
Que tivesse a magia dos teus olhos castanhos,
Escuros, estranhos...
E com todo o mistério que eles costumam guardar.
Que tivesse a alegria serena desse teu silencioso fitar...
Se eu te fizesse uma poesia
Baseada na euforia que sinto ao te ver passar,
Ao te ver chegar... Ao te estar.
Na beleza profana dessa tua boca, desenhada a pincel
No desejo do alvorecer, e do amanhecer em teus braços,
Recostada em seu peito, ouvindo seu coração
Ou o ir e vir preguiçoso das ondas de Gauibim
Que eu nunca vivi, mas me embalam as noites solitárias,
Você me promete que leria?
E mesmo que fosse uma poesia,
Sem rima, sem métrica, sem lógica,
sem verso, sem graça, sem poesia,
Você me promete que leria?
E se lesse, a guardaria?
Ou dela pelo menos uma estrofe,
Ou uma frase quem sabe?
E se nem frase ficasse,
Você guardaria ao menos a lembrança
De que um dia, alguém te fez uma poesia?

Então leia e guarde essa pequena poesia que foi feita só pensando em você...

Beijos, Cris

Tristeza

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Tristeza é como enchente, inunda o rio de repente, ninguém sabe por que. Por que quis a calma, por que quis as águas, Sem mais porque Sim, mas por que? Tristeza lava a alma, mas também leva da alma muito do seu existir.
Agredir a alma, agedir a calma, Agredir a carne. de quem só te quis bem... Atirar uma pedra, proferir uma ofensa, levantar a mão, Desferir um golpe, Disparar um tiro... Agredir, agredir, agredir... A escolha errada,
o amor na lama, o corpo na cama, mel, fel, ardor... O corpo doído, a alma ferida, A falta de sentido...
O ódio sentido... A tristeza... Perdoar, perodar, perdoar... Perdurar, perdurar, perdurar... Nada mais

Agradecimento

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Hoje é dia de agradecer. Agradecer simplesmente!
Agradecer pelas pequenas grandes coisas, agradecer pelas atitudes que as pessoas que mais frequentemente convivem conosco. E que mais intensamente participam de nossas pequenas generosidades diárias, mas a quem esquecemos de agradecer.
Por isso hoje, eu gostaria de agradecer a você.
A você que se lembrou de agradecer, por algo que não seria mais do que minha obrigação: Lembrar do aniversário de alguém tão importante pra mim!
Obrigada por agradecer a lembrança. A você que recebeu uma pequena homenagem, e se lembrou de agradecer, Obrigada a você.
A você, que ouviu a realidade. Seu trabalho é bom, e eu gosto e preciso dele. E se lembrou de agradecer...
Meu muito Obrigada.
A você que, mais do que seu trabalho, coloca seu coração nele, e o faz, com amor. E faz desse amor, um agradecimento. Muito obrigada!
A você, que me levou ao lugar que eu sempre quis ir, mas nunca achei ninguém que quisesse me acompanhar, e que além disso, me proporcionou momentos de diversão, alheios à dura rotina, do meu dia a dia. O meu muitíiiiisssiiimo Obrigada.
A você que dedica suas horas a cuidar da minha família, como eu, infelizmente, não posso fazer, o meu muito obrigada!
A você que é mãe, mais que professora e mais que amiga, que atura meus deslizes e perdoa as minhas negligências na educação do meu rebento. Meu muito obrigada!
E a você que é mais que professora, amiga, e mãe, que é avó, educando lá do seu jeitinho torto de ser. Meu muito obrigada, pelo estar. Pelo meu ter, pelo meu ser. Muito obrigada!
Eu sou feita de vocês!
Por Cris Vaccarezza

Hoje. Um dia especial!

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Hoje é um dia muito especial. Dia de rever o passado, sem deixar de viver o presente. Já que o passado foi embora e o presente, é simplesmente real, ainda que ausente.
Hoje é dia de amar às avessas. É dia de repensar o que não foi lido, de reler, o que foi impensado.
Hoje é dia de nostalgia. Dia de alegria. Dia de alforria. Hoje é dia de melancolia. Dia de saudade.
Hoje é o seu dia.

Insatisfaction

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Amar faz bem e liberta a alma. Mas que tipo de amor
escraviza, extenua, desconstrói, avassala, minimiza, critica, sobrepuja, diminui, humilha, entristece,
abisma, irrita, estressa, cansa, fere, amordaça,
atordoa, crucifica?
Somente o amor que não ama, o amor que desama
o amor que odeia, o amor que egolatra, o amor que não é amor.
Somente o ódio travestido de amor. O ódio travestido de paixão. O amor que adoeceu. É desumano, é cruel,
fazer com o outro, aquilo que o outro nunca permitiu que fizessem com você.

Não vou ficar sozinha, é em Baixio que eu me acho!

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Nem só de Costa de Sauípe, vive o homem. Rapaz, resolvi escrever, por que, última postagem, 24 de Dezembro, ninguém merece! Mesmo sendo um texto lindo, que dediquei a um casal de amigos Baú e Nim, mesmo sendo a Canção das mulheres, mas... Um mês no ar é dose. Esse blog já tava sem graça...

Devia ao menos fazer como Jânio, que em seu blog, outorgou-se férias intelectuais, juntou as malinhas e os e-mail e deu uma férias de digitação (e da política local tb). Mas eu não. Empaquei na canção das mulheres.

Mesmo que ninguém lei. Mesmo que ninguém visite, mesmo que eu esteja em mini férias, era necessário atualizar. Então resolvi falar da coisa que não me sai da cabeça nos últimos tempos: Baixio. Mais especificamente, Baixio de Esplanada. E é desse lugarejo repleto de paz, tranquilidade e magia, que vou começar o ano (atrasada) falando:

Situada na costa norte da Bahia, próxima a Entre Rios, Subaúma e Inhambupe, a Vila do Baixio está sendo redescoberta por viajantes e turistas. Ela integra a grande extensão de terras doadas pelo Império Português ao fidalgo Garcia D'Ávila, área que começava na foz do Rio Pojuca – hoje Praia do Forte, onde foi erguido e hoje está aberto à visitação, o Castelo Garcia D’Ávila, terminando no Estado do Maranhão. A Vila é uma antiga área indígena em cujo cemitério recentemente descoberto, são encontradas variedades de objetos cerâmicos. A população nativa vivia da pesca e da exploração da salina, que escoava a produção pelo mar, em barcas denominadas Ostralha e Belga.

Atualmente o Baixio é uma fazenda com um extenso coqueiral e 16 km de praia, da Barra do Rio Inhambupe até a Praia de Subaúma.. Na Vila, cerca de 1500 moradores contam hoje com serviço de infra-estrutura urbana. Há luz elétrica, telefone, transporte, mercado, posto médico, padaria, bares – entre eles o Bar das Folhas onde é possível encontrar mais de 150 tipos de cachaças em infusão, com solução para todos os males -, área pública de lazer e uma Igrejinha, bela pela sua simplicidade.

Mais que tudo isso, Baixio é o lugar mais gostoso da minha infância. è o lugar onde parace que o mundo se cala e fica só o barulho tranquilo de suas ondas, as ondas de seu mar aberto.

Baixio que me viu criança, menina, adolescente, mulher. Me viu feliz, madura, iludiada, fiel, esperançosa, preguiçosa, atrevida, arredia, bêbada, altinha, sóbria, grávida, parida, materna, sofrida. e hoje abre os braços para as novas gerações que cruzam seu lindo coqueiral de entrada passam pelo mangue em busca do litoral. Baixio de mar aberto. De braços abertos. Baixio de gente simples, acolhedora. Baixio do silencio, da tranquilidade, Baixio que me recebe louca e me devolve outra pra a arotina do meu viver. Baixio da Lagoa Azul, Baixio de Mamucabo, Baixio do meu coração... Baixio, que me devolve a calma e me devora a alma a saudade de não te ver. Baixio de seus amores. Só com muitos dissabores é capaz de alguém, pisar em suas areias e não se apaixonar.
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